Leia o livro do economista francês mundialmente reconhecido, Thomas Piketty, "O Capital no século XXI".
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(Online desde 21 de maio de 2010 - Editor: Ricardo Ernesto Rose)
Leia o livro do economista francês mundialmente reconhecido, Thomas Piketty, "O Capital no século XXI".
Veja entrevista do economista, professor e escritor Ladislau Dowbor para o site Brasil de Fato.
“Sem entrar em discussão — uma discussão ociosa — se sou ou não sou o mesmo que era há vinte anos, é indiscutível, parece-me, o fato de que aquele que sou hoje provém, por uma série contínua de estados de consciência, daquele que eu era em meu corpo há vinte anos. A memória é a base da personalidade individual, assim como a tradição é a base da personalidade coletiva de um povo. Mais de uma vez foi dito que todo homem infeliz prefere ser quem ele é, mesmo com suas desgraças, a ser outro sem elas. E é que os homens infelizes, quando mantêm a sanidade em sua desgraça, ou seja, quando se esforçam para perseverar em seu ser, preferem a desgraça a não existência. Posso dizer sobre mim que, quando era jovem, e mesmo quando era criança, as pinturas patéticas do inferno não me comoviam, pois desde então nada me parecia tão horrível quanto o próprio nada. Era uma fome furiosa de ser, um apetite de divindade, como nosso asceta disse.” (Unamuno, pág. 12-13)
Miguel de Unamuno, Do sentido trágico da vida
Vladimir Ilych Ulianov “Lenin” (1870-1924) foi um revolucionário e teórico político russo; um dos líderes da Revolução Russa de 1917. Lenin serviu como chefe do governo da Rússia Soviética / União Soviética de 1917 até sua morte. Sua teorias políticas são conhecidas como leninismo.
“É
claro que é muito mais fácil gritar, insultar e uivar do que tentar
relacionar-se, explicar.
“Três
chaves para o sucesso: ler, ler, ler.”
“Às
vezes é necessário dar um passo atrás para dar dois passos à frente.”
“É
preciso sempre se esforçar para ser tão radical quanto a própria realidade.”
“Confiança
é bom, controle é melhor.”
“Estude,
aprenda mais, aprenda para sempre.”
“Um
capitalista devora muitos outros.”
“A
ideia de determinismo, que estabelece a necessidade dos atos do homem e rejeita
a lenda absurda do livre-arbítrio, não nega a inteligência ou a consciência do
homem, nem a valorização de suas ações.”
“O Estado é a arma da repressão de uma classe sobre outra.”
Conheça mais sobre a vida e obra do artista no site ebiografia abaixo:
As melhores músicas do rock
Uriah Heep
Álbum: Salisbury (1971)
Música: Time to live
O Uriah
Heep fez parte da cena rock do início dos anos 1970 e é considerado um
dos principais pioneiros dos gêneros hard rock, heavy metal e rock
progressivo. A banda já vendeu mais de 40 milhões de álbuns em
todo o mundo com mais de quatro milhões de vendas nos Estados Unidos, onde
suas canções mais conhecidas incluem "Gypsy", "Easy
Livin'", "The Wizard", "Sweet Lorraine" e
"Stealin'".
(Fonte do texto: Wikipedia)
“Considero
a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do
abismo. Não sei onde ela me levará, porque não sei nada. Poderia considerar
esta estalagem uma prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la
um lugar de sociáveis, porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem
impaciente nem comum. Deixo ao que são os que se fecham no quarto, deitados
moles na cama onde esperam sem sono; deixo ao que fazem os que conversam nas
salas, de onde as músicas e as vozes chegam cômodas até mim. Sento-me à porta e
embebo meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paisagem, e canto lento,
para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero.
Para
todos nós descerá a noite e chegará a diligência. Gozo a brisa que me dão e a
alma que me deram para gozá-la, e não interrogo mais nem procuro. Se o que deixar
escrito no livro dos viajantes puder, relido um dia por outros, entretê-los
também na passagem, será bem. Se não o lerem nem se entretiverem, será bem
também.”
Fernando Pessoa, Livro do desassossego, 1ª parte, Diário de Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa
Veja trecho da entrevista do geógrafo, professor e cientista Milton Santos, focando a globalização. A entrevista é trecho do programa Roda Viva, que foi ao ar em 1997.
https://www.youtube.com/watch?v=2438sQgBc1o
Toda a entrevista está no link:
“Talvez
os bem escolarizados tenham se tornado menos taxativos em relação a projetos de
futuro. Mas uma massa de frustrados, que por conta de quarenta anos de
neoliberalismo não conseguiu uma boa escolarização, perdeu o contato com o
pensamento crítico. Essas pessoas são arrogantes. Até os anos 1970, as pessoas
que não tinham estudo em determinada área pensavam duas vezes antes de falar
qualquer coisa sobre ela. Hoje, a ideia de que cada um pode dizer o que quiser,
tendo como referência a si mesmo, conquistou muita gente. Muitos perderam a
vergonha de serem estúpidos, uma vez que houve certa democratização da
ignorância.
Essa
opinião tem lá sua força. Tornou-se icônica quando o romancista e teórico da
semiótica Umberto Eco a resumiu em uma frase, um ano antes de seu falecimento
em 2016: ‘As redes sociais dão o direito à palavra a uma legião de imbecis. […]
Normalmente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora eles têm o
mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel’. Hoje, penso que essa opinião de
Eco é fácil demais de ser proferida e pouco contribui em nossas investigações
sobre produção de conhecimento e socialização do saber na atualidade. Outros
movimentos de democratização da voz popular já receberam reação semelhante,
desde a Antiguidade. Creio que temos de ir além desse lamento. Uma investigação
em psicologia política se faz necessária. Hoje, estamos envolvidos com certos
fenômenos específicos, gerados pela direita política, e que Eco certamente
chamaria de imbecilização.” (Ghiraldelli, págs 21-22)
Paulo Ghiraldelli, Subjetividade maquínica
Leia o artigo "Crônica de uma angústia planetária", do economista e professor Ladislau Dowbor.
Acesse o artigo no link do site DOWBOR.ORG abaixo:
https://dowbor.org/2024/01/cronica-de-uma-angustia-planetaria.html
Famoso quadro do pintor francês Paul Gauguin (1848-1903) tem exatamente este nome: "De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos?"
Diz o site "Art and the cities":As melhores músicas do rock
Cactus
Álbum: Cactus (1970)
Música: Let me swim
Cactus foi concebida no
final de 1969 pelo ex-baixista do Vanilla Fudge, Tim Bogert, e pelo baterista
Carmine Appice. No início de 1970, Bogert e Appice trouxeram o guitarrista de
blues Jim McCarty do Detroit Wheels e do Buddy Miles Express de Mitch Ryder, e
o cantor Rusty Day (nascido Russell Edward Davidson) do Amboy Dukes. Para
muitos estadunidenses, a banda representaria a resposta à banda inglesa Led Zeppelin.
(Fonte: Wikipedia e editor do site com tradução do Google)
“Não há ideia, por mais antiga e absurda
que seja, que não seja capaz de melhorar o nosso conhecimento.”
Paul Feyerabend, Contra o método
Veja uma das últimas entrevistas realizadas com o filósofo da ciência Paul Feyerabend (legendada).
Em 12 de fevereiro de 1809 nascia o naturalista inglês Charles Darwin. O "Dia de Darwin" divulga as contribuições do cientista à ciência em geral e visa promover o pensamento científico. Veja em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Darwin
e
"A única verdade absoluta é que não há verdades absolutas." (Feyerabend)
Celebra-se em 2024 o centenário do nascimento do filósofo austríaco Paul Feyerabend (1924-1994). Filósofo da ciência, Feyerabend rejeitava a existências de regras universais na metodologia da ciência. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Feyerabend)
Leia uma de suas mais importantes obras, "Contra o método" (1975) através do link abaixo:
https://soife.files.wordpress.com/2009/06/paul-feyerabend-contra-o-metodo.pdf
Leia o livro "A cabeça bem feita - repensar a reforma, reformar o pensamento" do sociólogo e filósofo francês Edgar Morin
Ainda há muito que fazer na área do saneamento no Brasil.
(Fonte: Agência Brasil)
Veja dados completos no estudo "Ranking do saneamento" do Instituto Trata Brasil:
Planeta pode levar 230 anos para erradicar a pobreza em todos os países.
(Fonte: Vajiram & Ravi)
Veja mais no link UOL abaixo:
As melhores músicas do rock
Humble Pie
Álbum: Humble Pie (1970)
Música: Sucking on the sweet wine
Humble Pie é
uma banda de rock inglesa formada pelo guitarrista e cantor Steve Marriott em
Moreton , Essex , em 1969. Eles são conhecidos como um dos primeiros
supergrupos do final dos anos 1960 e fizeram sucesso no início dos anos 1970
com canções como "Black Coffee" , "30 Days in the Hole",
"I Don't Need No Doctor", "Hot 'n' Nasty" e "Natural
Born Bugie". A formação original apresentava o vocalista e guitarrista
Steve Marriott do Small Faces, o vocalista e guitarrista Peter Frampton do Herd,
o baixista Greg Ridley e um baterista de 17 anos, Jerry Shirley, do Apostolic
Intervention.
(Fonte do texto: Wikipedia)
“O
principal problema das discussões sobre o livre-arbítrio é que os filósofos
propuseram muitas definições que nada têm a ver com o que os não filósofos
entendem que seja o livre-arbítrio. Estou tentada a escrever “pessoas normais”
em vez de “não filósofos”, mas isso pode ser um pouco hostil. E não quero ser
hostil. Realmente não. Por esta razão, gostaria de formular primeiro o problema
sem usar o termo livre arbítrio.
As
leis da natureza atualmente válidas são determinísticas, mas contêm um elemento
de acaso da mecânica quântica. Isto significa que, à parte eventos quânticos
ocasionais que não podemos influenciar, o futuro é fixo. Isso também não muda
em nada a Teoria do Caos. As leis do caos ainda são determinísticas; são
difíceis de prever porque o que acontece depende muito sensivelmente das
condições iniciais (o bater das asas de uma borboleta e assim por diante).”
(Hossenfelder pag. 167)
“Portanto a nossa vida não é, como diz Jorge Luis Borges, um “jardim de caminhos que se ramificam” em que cada caminho corresponde a um futuro possível e onde cabe a nós decidir qual caminho se torna realidade. Não é assim que as leis da natureza funcionam. Na maioria dos casos, só existe um caminho, já que os efeitos quânticos raramente se manifestam macroscopicamente. Tuas ações feitas hoje surgem do estado do universo de ontem, que por sua vez surge do estado do universo da última quarta-feira, e assim por diante, até o Big Bang. Mas às vezes eventos quânticos aleatórios fazem uma grande diferença na vida. Lembre-se do caso da pesquisadora (mencionado anteriormente no texto) que poderia ter se envolvido em um acidente de trânsito, dependendo de onde uma partícula aparecesse na tela de seu monitor?
De
vez em quando os caminhos se bifurcam, mas não temos influência sobre isso.
Eventos quânticos são fundamentalmente aleatórios e acontecerão influenciados por nada nem por ninguém, muito menos pelos nossos pensamentos.” (Hossenfelder,
pag. 168)
“Como
prometido, não usei o termo livre arbítrio para explicar a situação. Vamos
agora discutir o que significa dizer que o futuro é fixo, exceto no caso de
eventos quânticos ocasionais, os quais não podemos influenciar. Pessoalmente,
eu diria apenas: significa que não existe livre arbítrio e deixaria o assunto
por aí. Sinto-me fortalecida, porque a ideia do livre arbítrio é em si
contraditória, como demonstraram muitos pensadores mais sábios do que eu. Para
que a vontade seja livre, ela não deveria ser causada por nada. Mas se não foi
causada por nada – se for uma “causa não causada”, como disse (o filósofo)
Friedrich Nietzsche – então também não foi causada por você, independentemente
do que exatamente você quer dizer com “você” (seu self). Como resumiu
Nietzsche, esta é “a melhor autocontradição já concebida”. Concordo com
Nietzsche nisso.” (Hossenfelder, pag. 169).
Sabine Hossenfelder, Mais do que só átomos: O que a física revela sobre o mundo e a vida (original alemão Mehr als nur Atome: Was die Physik über die Welt und das Leben verrät)
Montagem do site RetroVideo com o filme "You,ll never get rich" (1941) - https://en.wikipedia.org/wiki/You%27ll_Never_Get_Rich
e a música "Rock'n'Roll" (1971)
- https://en.wikipedia.org/wiki/Led_Zeppelin_IV
Leia a obra "Contos Paulistanos" do escritor modernista e jornalista Antonio de Alcântara Machado (https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_de_Alc%C3%A2ntara_Machado).
Acesse o livro no link do professor Diego del Passo abaixo:
Veja entrevista com um dos maiores historiadores brasileiros, Boris Fausto, realizada em 2018 pela revista EXAME. Uma análise da situação do Brasil em diversos aspectos, com diversas mudanças positivas nestes últimos anos.
O historiador expressa suas opiniões pessoais em relação a alguns temas, baseado nas informações que detinha à época - caso do presidente Lula e de seu processo.