João Turin (1878-1949)
sexta-feira, 7 de novembro de 2025Stanislaw Jerzy Lec
quinta-feira, 6 de novembro de 2025“A
realidade podemos mudar; a ficção precisamos imaginar novamente.”
“Aqueles
que nadam contra a corrente não podem esperar que esta mude de direção.”
“Todo
regime finalmente se transforma em ‘ancien régime’”.
“Quem
está sentado no topo tem uma desculpa: não há como avançar.”
“Perante
a realidade é possível fechar os olhos, mas não ante as lembranças.”
“Todas
as nossas diversas ficções formam juntas a realidade comum.”
“Na
realidade, tudo se parece muito diferente do que na realidade é.”
“Ele
carregava sua bandeira bem alto – para não precisar vê-la.”
“A
medida da injustiça sempre se encontra nas justas mãos.”
“Mesmo
os supérfluos são constantemente úteis.”
“Do
artista a arte não exige talento, mas obras.”
“Um
cavalo sem cavaleiro é sempre um cavalo. Um cavaleiro sem cavalo é só um ser
humano.”
“Uns
querem entender aquilo em que acreditam e os outros querem acreditar no que entendem."
“Pensem
nisso: quando o diabo quer pisar em alguém, ele não o faz com sua pata fendida,
mas com seu pé humano.”
“Cuide-se.
Você é propriedade do Estado.”
“Distinguem-se
dois tipos de diabos: anjos caídos e seres humanos promovidos.”
“Ah,
se Deus dissesse: ‘Creia-me!’ e não ‘Creia em mim!’”.
“Quando
rumores envelhecem, transformam-se em mitos.”
“Todos
os deuses eram imortais.”
“Mesmo
a eternidade antigamente tinha uma
duração mais longa.”
“A
liberdade dos escravos mede-se no comprimento de suas correntes.”
“Uma minoria de criminosos encontra-se nas cadeias, entre os presos.”
Stanislaw Jerzy Lec (1909-1966), aforista e poeta polonês, conhecido por sua ironia e crítica política em Das grosse Buch der unfrisierten Gedanken (O grande livros dos pensamentos desarrumados). Tradução de Ricardo E. Rose
Carlos Nobre (1951-)
quarta-feira, 5 de novembro de 2025O cientista fala sobre os biomas brasileiros e os efeitos das mudanças climáticas sobre estes sistemas ambientais.
A entrevista está disponível no link abaixo:
Labels: Artigo técnico, Ciência, Cultura, Gestão Ambiental, Gestão de recursos, Gestão Pública, Política
Vento de Maio - Lô Borges - 10/1/1952 - 02/11/2025
terça-feira, 4 de novembro de 2025Música brasileira
Lô Borges
Álbum: A Via Láctea (1979)
Música: Vento de Maio
https://www.youtube.com/watch?v=erCu0HKrIIE&list=RDjyvexkKMH6c&index=2
A
Via-Láctea é o terceiro álbum de estúdio do cantor
e compositor Lô Borges,
lançado em 1979, após 7 anos de hiato.
Após Lô Borges passar
sete anos sem gravar canções, em 1979 estreia o lançamento de “A Via Láctea”.
Muitas canções de compilações do artista são deste disco: “Clube da Esquina 2″
– com uma letra criada por Márcio Borges,
em cima do instrumental registrado no disco “Clube da Esquina”, “A Via Láctea”,
“Equatorial”, “Vento de Maio”, “Tudo Que Você Podia Ser” e “Nau Sem Rumo”.
(Fonte do texto: Wikipedia)
Leituras diárias
segunda-feira, 3 de novembro de 2025(Na
antiga Grécia) “O trabalho acha-se, pois, estreitamente limitado ao domínio das
profissões artesanais. Esse tipo de atividade define-se, de início, pelo
caráter de estrita especialização, pela sua divisão. Cada categoria de artesãos
é feita por uma única obra. Mas, como Marx notou, a divisão do trabalho, na
Antiguidade, é vista exclusivamente em razão do valor de uso do produto
fabricado: ela visa tornar cada produto tão perfeito quanto possível, fazendo o
artesão tanto melhor uma coisa enquanto só se dedica a isso. Não aparece a
ideia de um processo produtivo de conjunto cuja divisão permita obter do trabalho
humano em geral uma massa maior de produtos. Pelo contrário, cada profissão
constitui um sistema fechado, no interior do qual tudo é submisso
solidariamente à perfeição do produto que se deve fabricar: os instrumentos, as
operações técnicas e, até na íntima natureza do artesão, certas qualidades
específicas que só a ele pertencem. A profissão apresenta-se, pois, como um
fator de diferenciação e de separação entre os cidadãos. Se eles se sentem
unidos em uma cidade, não é em função de seu trabalho profissional, mas apesar
dele e fora dele.” (Vernant, págs. 351 e 352).
Jean-Pierre Vernant (1914-2007), historiador e antropólogo francês, especializado em temas da Grécia antiga em Mito e Pensamento entre os Gregos
David Bohm
domingo, 2 de novembro de 2025“(...) Se você toma como base um todo relativamente enorme então é coerente. Isto é, o Universo como um todo é coerente. Isto é, o Universo como um todo é coerente e, o que fizemos de incoerente é apenas parte da coerência do Universo. Quando olhamos dessa forma, mesmo que estejamos fazendo uma loucura, obteremos o resultado que não queremos.”
“(...)
Você poderia dizer que, no Universo como um todo, não há razão para dizer que
há incoerência. Mas nós, em nossa estrutura em particular, não somos coerentes.
E uma espécie que não é coerente, seja consigo mesma ou com seu ambiente, não
sobrevive. Isso é parte da coerência do Universo. É exatamente pelo fato de o
Universo ser coerente que uma espécie incoerente não sobrevive.”
David Bohm (1917-1992), físico teórico estadunidense com contribuições para a teoria quântica, neuropsicologia e filosofia da mente em O Pensamento como Um Sistema
A chacina do Rio de Janeiro
sábado, 1 de novembro de 2025Labels: Assim se vive no Brasil, Gestão Pública, Política
Frases de Meio Ambiente
sexta-feira, 31 de outubro de 2025“Temo
que os animais vejam o homem como um ser semelhante a eles, que de uma maneira
extremamente perigosa perdeu seu senso comum animal – como o animal insano, o animal
risonho, o animal choroso, o animal miserável.”
Friedrich
Nietzsche (1844-1900),
filósofo alemão em A Gaia Ciência
Thiago Lucas
Labels: Assim se vive no Brasil, Gestão Pública, Política
Leituras diárias
quinta-feira, 30 de outubro de 2025“O
materialismo dialético e histórico tornou-se o fundamento filosófico dos
movimentos socialistas e comunistas em todo o mundo. Ele forneceu uma estrutura
para a compreensão não apenas dos sistemas econômicos, mas também das
revoluções políticas, das lutas sociais e das mudanças culturais. Sua ênfase
nas condições materiais e nas relações de classe conferiu-lhe relevância
prática muito além da filosofia acadêmica.
Os
críticos, no entanto, contestaram seu determinismo, argumentando que ele reduz
a capacidade de ação humana e enfatiza excessivamente os fatores econômicos em
detrimento das ideias, da cultura e da escolha individual. Outros apontam que a
história nem sempre segue a progressão linear idealizada por Marx e que as
revoluções frequentemente surgem de combinações complexas de fatores. Contudo,
o materialismo dialético e histórico representa um importante ponto de virada
na história da filosofia materialista. Eles mudaram o foco das descrições
estáticas do mundo físico para análises dinâmicas da mudança — tanto na
natureza quanto na sociedade. Ao fundamentar a história humana nas condições
materiais e em suas contradições, Marx e Engels forjaram uma forma de
materialismo que permanece central para a teoria política, a crítica econômica
e o ativismo social.”
“Em
termos práticos, uma perspectiva materialista sobre o livre-arbítrio afeta
nossa abordagem à justiça e à punição. Se as ações das pessoas são moldadas por
sua biologia, ambiente e experiências, então a responsabilidade moral deve
levar esses fatores em consideração. Isso não significa eliminar a
responsabilidade, mas pode mudar o foco da retribuição para a reabilitação, a
prevenção e a compreensão das causas profundas do comportamento prejudicial.
Uma ética materialista poderia argumentar que a melhor maneira de reduzir a
criminalidade é combater a pobreza, melhorar a educação e fornecer cuidados de
saúde mental, em vez de depender exclusivamente de medidas punitivas. O
materialismo também reformula a motivação moral. Sem a promessa de recompensa
divina ou a ameaça de punição eterna, por que ser moral? Os
materialistas frequentemente respondem que a empatia, os laços sociais e o
interesse próprio racional fornecem ampla motivação para o comportamento moral.
A biologia evolutiva apoia a ideia de que a cooperação e o altruísmo podem ser
vantajosos, tanto para os indivíduos quanto para a sobrevivência do grupo.
Dessa forma, os próprios instintos morais podem ser compreendidos como produtos
da seleção natural.”
O Atlas Prático - Materialismo
Explicado: Compreendendo a Filosofia da Matéria, da Mente e da Realidade (The Practical Atlas - Materialism Explained:
Understanding the Philosophy of Matter, Mind, and Reality)
Nas Nuvens - Aum
Música brasileira
Aum
Álbum: Belorizonte (1983)
Música: Nas Nuvens
https://www.youtube.com/watch?v=c5nrDd4Nh8Q
Aum foi
um grupo instrumental formado por cinco músicos de Belo Horizonte, na década de
80. Nadando contra a corrente, eles faziam um som híbrido, um ‘fusion’ de jazz
com rock progressivo que desafiava o desinteressado público ‘new wave’ daquela
década. Mesmo assim eles conseguiram chegar ao único LP. Gravaram de maneira
independente na Bemol, em 1983.
(Fonte
do texto: Site Brazilian Nuggets
(https://brnuggets.blogspot.com/2012/04/aum-belorizonte-1983.html)
Dia Nacional do Livro
quarta-feira, 29 de outubro de 2025“Há
aqueles que não podem imaginar o mundo sem pássaros, há aqueles que não podem
imaginar o mundo sem água; ao que me refere, sou incapaz de imaginar um mundo
sem livros.”
Jorge Luis Borges (1899-1986) escritor e ensaísta argentino
Jennifer Michael Hecht
terça-feira, 28 de outubro de 2025“Que
pensava Maimônides (filósofo medieval judeu) de Deus? Ele sabia que ‘alguns não
reconhecem a existência de um Ser Superior’ e, ao contrário, acreditavam que ‘o
estado atual de coisa resulta de uma combinação e separação acidentais dos
elementos, não tendo o Universo nem Rei nem Governador’. Essas pessoas, diz
ele, são ‘Epicuro com sua escola e filósofos similares’. Mas ele os descarta
logo, com um aceno de mão ‘Seria supérfluo repetir as teses deles, pois a
existência de Deus foi demonstrada’. Aristóteles estabeleceu-a, e já não há
necessidade de preocupar-se com isso: alguém ou alguma coisa ‘pensou’ o mundo,
dando-lhe o ser e o movimento. Para a história da dúvida, o ponto crucial aqui
é que Maimônides conhecia bem Epicuro, o ateísmo, outros questionadores e a
ideia de um mundo regido pelo acaso.
Maimônides
foi um mestre da incerteza. Advogava a concepção aristotélica da eternidade do
universo e ao mesmo tempo a criação bíblica ex
nihilo, e no fim optou por silenciar respeitosamente sobre o assunto. Onde
achou ele lugar para a criação bíblica? Aristóteles, explicava ele, baseou a
sua conclusão numa analogia entre o mundo que conhecemos e o vasto universo que
o tempo, o espaço e as nossas limitações conceituais nos deixam oculto. Não há
razão para esperar que ambos sejam tão parecidos a ponto de se identificarem.
Maimônides sustentava que Aristóteles estava apenas dando um palpite, coisa que
escapou a muita gente. Não é comum que as coisas surjam do nada, mas talvez
tenha sido o que aconteceu.”
Jennifer Michael Hecht (1965-), filósofa, historiadora, poeta e professora estadunidense em Dúvida, uma história – Os grandes questionadores e seu legado, de Sócrates e Jesus a Nietzsche e Einstein
Pressionar governo e Congresso!
segunda-feira, 27 de outubro de 2025Labels: Assim se vive no Brasil, Gestão Pública, Política
Outras leituras
“Pois
o que somos nós além da história que o tempo todo repetimos, editamos e
censuramos e embelezamos na nossa cabeça? O ‘eu’ é como o herói de um filme B,
que não é afetado pelas tempestades de paixão e intriga que, como um
redemoinho, giram ao redor dos créditos iniciais até o fim. O ‘eu’ está mais
próximo dos personagens complexos e ambíguos que emergem, se desenvolvem e
sofrem ao longo das páginas de um romance. Absolutamente nada há em mim que
seja parecido com uma coisa. Sou como uma narrativa que se desenrola.”
Stephen Batchelor (1953-), professor e escritor budista em Budismo sem crenças
Essa não poderia faltar
domingo, 26 de outubro de 2025Queens Of The Stone Age
God Is In The Radio (2002)
https://www.youtube.com/watch?v=0KUGBt4KFqU&list=PLR4Mc5WNWFxTKuS-3vUwCdn5_lvTM7y06&index=11
Quase nada mudou
Texto publicado originalmente neste blog em 26 de outubro de 2019
Daqui a cinco ou dez anos
sábado, 26 de outubro de 2019Labels: Assim se vive no Brasil, Cultura, Economia, Gestão de recursos, Perguntando é que se aprende, Sociologia
Ler
sábado, 25 de outubro de 2025Frases de Meio Ambiente
“As mudanças
climáticas são um problema porque muito poucos de nós as consideram um
problema. E aqueles que as consideram um problema, ou pior, pouco podem fazer a
menos que consigam que todos os outros ajam. Ou resolvemos este problema para
todos ou não o resolveremos para ninguém.
Isso,
em suma, é o que torna as alterações climáticas tão difíceis de solucionar. Uma
pessoa, sozinha, pouco pode fazer além de clamar pela aplicação das políticas
certas que conduzam os restantes na direção certa. Entretanto, a esmagadora
maioria dos 7 bilhões de habitantes do planeta são free-riders (caroneiros). Deixamos andar enquanto for possível
deixar andar. Não pagamos pelas nossas ações.”
Martin L. Weitzman (1942-2019) e Gernot Wagner, economistas e professores estadunidenses em Choque Climático – As consequências econômicas de um planeta mais quente
Alan Watts
sexta-feira, 24 de outubro de 2025“Em
outras palavras, o verdadeiro ser humano não é um modelo de virtude, um
puritano ou santarrão, mas reconhece que algumas faltas são tão necessárias à
verdadeira natureza humana quanto o sal ao ensopado. É impossível conviver com
pessoas apenas virtuosas, porque não têm senso de humor, não permitem que a
verdadeira natureza humana exista e são perigosamente inconscientes de suas
próprias sombras. À semelhança de todos os legalistas e intrometidos, tendem a
encaixar o mundo num leito procustiano de regulamentos lineares, de forma que
se tornam incapazes de fazer acordos razoáveis. Na guerra, lutam até a morte
pela rendição incondicional e, em nome do princípio de virtude, destroem um
território, quando deveriam simplesmente captura-lo e usufruí-lo com espírito
egoísta, mas bem menos danoso. Portanto, é essencial ao wu-wei político não se tentar reforçar leis contrárias à natureza
humana e enviar pessoas à prisão por ‘pecados’ ou crimes sem vítimas relutantes.
Confiar na natureza humana implica a aceitação de seu lado bom e mau, e é
difícil confiar em pessoas que não admitem as próprias fraquezas.”
Alan Wilson Watts (1915-1973) filósofo, escritor e palestrante anglo-americano difusor das filosofias orientais em Tao o curso do rio
Mario Savio
quinta-feira, 23 de outubro de 2025“Há um momento em que o funcionamento da máquina se torna tão odioso, fere tanto o coração, que você não pode mais participar dele, nem mesmo passivamente. E você deve colocar seu corpo nas engrenagens e nas rodas, em todos os mecanismos, e deve detê-los. E deve fazer com que aqueles que os gerenciam, aqueles que os possuem, entendam que, se você não é livre, a máquina será impedida de funcionar.”
Mario Savio (1942-1996), ativista estadunidense dos direitos civis e um dos precursores do movimento da contracultura, professor universitário e membro do Free Speech Movement, em discurso proferido em 2/12/64 na Universidade de Berkeley
Música de vanguarda
quarta-feira, 22 de outubro de 2025(Fonte
do texto: Wikipedia)
Nani
terça-feira, 21 de outubro de 2025Baião Malandro - Egberto Gismonti
Música Brasileira
Egberto Gismonti
Álbum: Carmo (1977)
Música: Baião Malandro
https://www.youtube.com/watch?v=qH3R4wE5a60
Egberto
Gismonti Amin (Carmo-RJ, 5 de dezembro de 1947) é um multi-instrumentista e compositor brasileiro.
Foi incluído na lista 30
maiores ícones brasileiros da guitarra e do violão (Categoria: "Mestres
Acústicos") da revista Rolling Stone
Brasil, em 2012. Começou a estudar piano aos cinco anos.
Durante a infância e adolescência, seus estudos no Conservatório Brasileiro de Música já
incluíam flauta, clarinete, violão e
piano. Interessou-se pela pesquisa da música popular e folclórica brasileira.
Em
1968, participou de um festival da TV Globo com
a canção "O
Sonho", defendida pelo grupo Os Três
Moraes. Em 1969, partiu para a França, onde estudou música dodecafônica com Jean Barraqué e análise musical com Nadia
Boulanger. No mesmo ano, lançou seu primeiro disco, Egberto Gismonti. Também na mesma época,
atuava como arranjador e regente da orquestra que acompanhava Marie Laforêt.
Nos
anos 1970, Gismonti dedicou-se a pesquisas musicais, voltando-se quase
exclusivamente para a música instrumental. Em 1970, no V Festival Internacional da Canção,
concorreu com “Mercador de Serpentes”. A hesitação das gravadoras
brasileiras diante do seu estilo inovador levou-o a procurar selos europeus,
pelos quais lançou vários álbuns nas décadas seguintes. O interesse pelo choro levou-o
a se dedicar ao violão de oito cordas e à flauta; a curiosidade sobre as
possibilidades da tecnologia e a influência da música contemporânea europeia
levaram-no aos sintetizadores; a curiosidade em relação ao
folclore e às raízes do Brasil levaram-no a estudar a música dos indígenas do Brasil e a morar, por um
breve período, com os Iaualapitis do Alto Xingu.
Entre
os músicos com os quais colaborou ou que colaboraram com ele, estão Naná Vasconcelos ("Dança das
Cabeças", de 1976), Marlui
Miranda, Charlie Haden, Jan Garbarek, André Geraissati, Jaques Morelenbaum, Hermeto
Paschoal, Airto Moreira e Flora Purim.
Entre 1977 e 1993, gravou quinze discos para o selo alemão ECM,
dos quais dez foram lançados no Brasil pela BMG em 1995. Por meio
de seu selo, Carmo, recomprou seu repertório inicial e é um dos raros
compositores brasileiros que são donos do próprio acervo.
(Fonte
do texto: Wikipedia)
Jaguar
segunda-feira, 20 de outubro de 2025Renda Básica Universal
Ricardo Antunes e o mundo do trabalho
domingo, 19 de outubro de 2025Assista a entrevista do prof. Ricardo
Antunes (1953-), professor na Unicamp (Universidade de Campinas) e um dos
maiores especialistas da sociologia do trabalho no Brasil.
Prof. Antunes fala sobre a situação do
trabalhador no Brasil e no mundo. Uma verdadeira aula sobre este tema.
A entrevista foi ao ar no dia 17/10/25
no programa Juca Kfouri Entrevista, no canal da Rede TVT:
Labels: Autores, Ciência, Cultura, Economia, Gestão de recursos, Gestão Pública, Sociologia
Para que educar?
sábado, 18 de outubro de 2025Outras leituras
sexta-feira, 17 de outubro de 2025“Adrienne Mayor (historiadora e
folclorista estadunidense), em seu envolvente Gods and Robots (Deuses e Robôs,
em tradução livre), relata a história contada por Platão sobre a criação dos
animais pelos deuses. Ao fazê-los, os deuses relegaram a tarefa de atribuir suas
capacidades a dois titãs, Prometeu e Epimeteu. Este, em particular, assumiu com
satisfação a tarefa e deu rapidez aos guepardos, uma armadura aos caranguejos e
um grande porte aos elefantes. Os humanos, infelizmente, eram os últimos da
fila, e quando chegou a vez deles, a prateleira com as qualidades físicas mais
desejáveis já estava vazia. Reconhecendo a urgência de equipar os humanos para
a vida no mundo inteiro, Prometeu interveio, fornecendo aos humanos linguagem,
fogo e tecnologia, todos roubados dos deuses. Uma história adorável e, de fato,
não muito distante da visão dos antropólogos; de posse da linguagem, da habilidade
de controlar o fogo e da capacidade de fazer equipamentos, os humanos começaram
a se diferenciar do restante do reino animal.”
Andrew H. Knoll, Uma breve história da terra: 4 bilhões de anos em oito capítulos
Essa não poderia faltar
quinta-feira, 16 de outubro de 2025Spooky Tooth
The Wrong Time (1970)
https://www.youtube.com/watch?v=MKIpTokT1cU&list=PL8UfM7ycll7TJkEWJlqQBhAuU9tptpBrP&index=2
































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