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(Fonte: Agência Envolverde) |
A Mata Atlântica, assim como a Floresta Amazônica, precisa de proteção. Conheça a Lei da Mata Atlântica.
Preservar as florestas, antes que acabem com elas!
Veja no link:
(Online desde 21 de maio de 2010 - Editor: Ricardo Ernesto Rose)
As melhores músicas do rock
14 Bis
Album: Perdidos em Abbey Road (1979)
Música: Perdidos em Abbey Road
14 Bis é uma banda de rock brasileira formada
em 1979 na
cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais,
pelos irmãos Cláudio e Flávio Venturini, Hely Rodrigues, Vermelho e Sérgio Magrão. Assim como o Roupa Nova,
foram apadrinhados por Milton
Nascimento.
Fonte
do texto: Wikipedia
“O
que a ciência apresentou no século XX pode ser visto como uma imensa renovação
do antigo movimento copernicano, envolvendo agora a estrutura dos próprios
conceitos com os quais tentamos compreender a realidade – o que estamos
chamando, simplificadamente, de “dialeto newtoniano”. Dito de modo mais
incisivo: os conceitos convencionais de descrição da realidade não devem ser
considerados universais. Essa questão transcende o território restrito e
limitado do conhecimento técnico gerado pela física. Derrama-se, de fato, sobre
toda nossa construção racional do mundo. Entretanto, para a maioria dos
cientistas, a alternativa que está sendo sugerida – a descrição do mundo por
meio de um novo dialeto não newtoniano – ainda aparece hoje como uma alucinação,
um possível retrocesso a uma era não científica, com revalorização do
transcendental. Não se trata disso. A razão desta reação deve ser procurada no ‘orgulho
da espécie’, em que habita nosso profundo narcisismo.
Na
história da humanidade nos tempos modernos, Freud identificou três grandes
alterações, produzidas pela ciência, que diminuíram dramaticamente o orgulho da
espécie, com consequências profundas em nossa visão do mundo. São elas: 1. A
perda do “centro do mundo”, graças a Copérnico: a Terra se move em volta do
Sol; 2. A perda da “formação divina do homem”, graças a Darwin: as espécies se
modificam; 3. A perda da crença no poder completo da “razão”, graças a Freud:
nossos pensamentos têm raízes no irracional. Talvez devamos acrescentar uma
quarta dificuldade: a não universalidade do modo de descrever a natureza.”
(Novello, págs. 25 e 26)
Mario Novello, Quantum e Cosmos: introdução à metacosmologia
(Imagem: VEJA)
João Ubaldo
Osório Pimentel Ribeiro nasceu em
Itaparica (BA) em 23 de janeiro de 1941 e faleceu em 18 de julho de 2014. Foi
escritor, jornalista, tradutor, professor e membro da Academia Brasileira de
Letras.
Nascido
na Bahia na
casa do avô materno, quando completou dois meses de idade a família mudou-se
para Aracaju, Sergipe,
onde passou parte da infância. Seu pai, Manuel Ribeiro, advogado de renome na
capital baiana, veio a ser o fundador e diretor do curso de Direito da Universidade Católica de Salvador.
Sua mãe Maria Filipa Osório Pimentel deu à luz mais dois filhos: Sônia Maria e
Manuel.
Seu
pai, por ser professor, não suportava a ideia de ter um filho analfabeto e
iniciou seu filho nos estudos com um professor particular, em 1947.
Alfabetizado, ingressou no Instituto Ipiranga em 1948. Leu muitos livros
infantis, principalmente a obra de Monteiro
Lobato. Ao mesmo tempo o pai fez o menino se empenhar
intensamente nos estudos, lendo autores como Padre
Antônio Vieira, Padre
Manuel Bernardes, Shakespeare, Homero, Miguel
de Cervantes, Machado
de Assis e José
de Alencar; autores que exerceram grande influência em João
Ubaldo.
Em
1951 ingressou no Colégio Estadual Atheneu Sergipense, em Aracaju. Prestava ao
pai, diariamente, contas sobre os textos que havia lido e algumas vezes era
obrigado a resumi-los e traduzir alguns de seus trechos. Afirma ter feito essas
tarefas com prazer e, nas férias, estudava também o latim. Seu pai era
chefe da Polícia Militar, e nessa época, passa a sofrer
pressões políticas, o que o faz transferir-se com a família para Salvador.
Na capital baiana João Ubaldo é matriculado no Colégio Sofia Costa Pinto. Em
1955 matriculou-se no curso clássico do Colégio da Bahia, conhecido como Colégio
Central, onde conheceu seu colega Glauber Rocha.
Em 1958 iniciou seu Curso de Direito na Universidade Federal da Bahia, que
concluiria em 1962. Em 1959, entrou para o curso do Centro de Preparação de
Oficiais da Reserva do Exército no CPOR da Bahia, mas não chegou a completá-lo.
Em
1957 estreia no jornalismo, trabalhando como repórter no “Jornal da
Bahia”, sendo depois transferido para a “Tribuna da
Bahia”, no qual chegaria a exercer o posto de editor-chefe. Com o
futuro cineasta Glauber Rocha, editou revistas e jornais culturais,
participando do movimento estudantil (1958). Apesar de nunca ter exercido a
profissão de advogado, foi aluno exemplar. Nessa mesma Universidade, concluído
o curso de Direito, faz pós-graduação em Administração Pública.
João
Ubaldo Ribeiro colaborou nos editais “O Globo”, “Frankfurter Rundschau” (na
Alemanha), “Jornal da Bahia”, “Die Zeit” (Alemanha), “The Times Literary Supplement” (Inglaterra), “O Jornal” (Portugal), “Jornal de
Letras” (Portugal), “O Estado de S. Paulo”, “A Tarde” e
muitos outros, exteriores e nacionais.
João
passou boa parte de sua vida no exterior, em países como nos Estados
Unidos (como estudante e, posteriormente, como professor
convidado), em Portugal (editando em parceria com o jornalista Tarso de
Castro a revista “Careta”) e na Alemanha (publicando
crônicas semanais para o jornal “Frankfurter
Rundschau”, além de produzir peças para o rádio). Em 1964 partiu para os
Estados Unidos, através de uma bolsa de estudos oferecida pelo governo daquele
país, para cursar mestrado em Administração Pública e Ciência Política na Universidade da Califórnia do
Sul.
Retorna
ao Brasil em
1965 e começa a lecionar Ciências Políticas na Universidade Federal
da Bahia. Lá permaneceu por seis anos, mas desiste da carreira acadêmica e
retorna ao jornalismo. Participou, em Cuba, do júri do concurso
Casa das Américas, juntamente com o critico literário Antônio Cândido e o
ator e dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri. Voltou a residir
no Rio de Janeiro em 1991 e, em 1994, é
eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Participou no mesmo ano da
Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha, recebendo o Prêmio Anna Seghers,
concedido somente a escritores alemães e latino-americanos.
Em
1969 casou-se com a historiadora Mônica Maria Rotes, com quem teve duas filhas.
Em 1980, casa-se com a fisioterapeuta Berenice de Carvalho Batella, com quem
teve um casal de filhos. João Ubaldo morre na madrugada do dia 18 de julho de
2014 em sua casa, no bairro do Leblon,
no Rio de Janeiro.
Carreira
literária
Em
1959 participou da antologia Panorama
do Conto Baiano, com o conto Lugar
e Circunstância; a antologia é publicada pela Imprensa Oficial da Bahia. Em
1961, participa da coletânea de contos Reunião,
editada pela Universidade Federal da Bahia, com os contos Josefina, Decalião e O Campeão.
Em
1963 escreveu seu primeiro romance, Setembro
Não Faz Sentido, com prefácio do colega Glauber Rocha e apadrinhamento
de Jorge Amado.
O título original seria A Semana da
Pátria, mas por sugestão da editora, João alterou o título. A Editora
Civilização Brasileira lança, em 1971, o romance Sargento Getúlio, com o qual ganhou o Prêmio Jabuti
de 1972 concedido pela Câmara Brasileira do Livro, na categoria
"Revelação de Autor".
Em 1974
publica o livro de contos Vencecavalo
e o outro povo, cujo título inicial era A guerra dos Pananaguás, pela Editora
Artenova. Com tradução feita pelo próprio autor, vários romances
tornaram-se famosos no exterior, entre eles o Sargento Getúlio que, lançado nos Estados Unidos em 1978,
ganhou receptividade pela crítica do país. Em 1981 muda-se para Lisboa, Portugal e,
voltando ao Brasil, publica Política -
livro ainda adotado em faculdades e Livro de histórias, reeditado
em 1991, que passa a incluir os contos Patrocinando
a arte e O estouro da boiada, e
recebe o novo título de Já podeis da
pátria filhos. Nesse mesmo ano, inicia colaboração no jornal “O Globo”.
Sua produção jornalística dessa época foi reunida em 1988 no livro Sempre aos Domingos.
Em
1982 inicia o romance Viva o Povo
Brasileiro (intitulado primeiramente como Alto lá, meu general). Nesse ano, participou do Festival
Internacional de Escritores, em Toronto, Canadá. Viva o povo Brasileiro é finalmente
editado em 1984, e recebe o Prêmio Jabuti na
categoria "Romance" e o Golfinho de Ouro, do Governo do Rio de Janeiro. Em 1983,
estreia na literatura infanto-juvenil com o
livro Vida e paixão de Pandonar, o cruel.
Em 1989 lança o romance O sorriso do lagarto. Sua segunda experiência
na literatura infanto-juvenil apresenta-se em 1990 com o livro A Vingança de Charles Tiburone.
Neste
ano João participa do já citado “Frankfurter
Rundschau” e, retornando em 1991 ao país de origem, hospeda-se no Rio
de Janeiro. Em 1994 lança o livro de crônicas Um brasileiro em Berlim, sobre sua estada na cidade. Publica, em
1997, o romance O feitiço da Ilha do
Pavão, pela Editora Nova Fronteira. No mesmo ano,
antes da publicação deste romance, Em 2000, saíram várias reedições de seus
livros na Alemanha, incluindo uma nova edição de bolso de Sargento Getúlio. O sorriso do lagarto foi publicado
na França. A casa dos Budas ditosos
foi traduzido para o inglês, nos Estados Unidos. Viva o povo brasileiro foi indicado para o exame de Agrégation, um concurso nacional realizado na
França para os detentores de diploma de graduação.
Seu
livro Sargento Getúlio tornou-se
um filme premiado em 1983, dirigido por Hermano Penna e protagonizado por Lima Duarte (Sargento Getúlio (filme)). Quando voltou a
residir no Rio de Janeiro em 1991, voltando do exterior, seu romance O sorriso do lagarto foi adaptado
para uma minissérie na Rede Globo,
tendo como protagonistas os atores Tony Ramos, Maitê Proença e José Lewgoy.
Em 1993 João Ubaldo adaptou O santo
que não acreditava em Deus para a série Caso Especial, da Rede
Globo, que teve Lima Duarte no papel principal.
João
Ubaldo publicou os seguintes livros
Setembro Não Tem Sentido,
romance, 1968; Sargento Getúlio,
romance, 1971; Vence Cavalo e o Outro
Povo, conto, 1974; Vila Real,
romance, 1979; Livro de Histórias,
conto, 1981; Política: Quem Manda, Porque
Manda, Como Manda, ensaio, 1981; A
Vida a Paixão de Pondonar, o Cruel, literatura infantil, 1983; Viva o Povo Brasileiro, romance, 1984; Sempre aos Domingos, crônica, 1988; O Sorriso do Lagarto, romance, 1989; A Vingança de Charles Tiburane, infanto
juvenil, 1990; Um Brasileiro em Berlim,
crônica, 1995; O Feitiço da Ilha do Pavão,
romance, 1997; Arte e Ciência de Roubar
Galinhas, crônica, 1999; A Casa dos
Budas Ditosos, romance, 1999; Miséria
e Grandeza do Amor de Benedita, romance, 2000; O Conselheiro Come, crônica, 2000; Dia do Farol, romance, 2002; A
Gente se Acostuma a Tudo, crônica, 2006; O Rei da Noite, crônica, 2008; O
Albatroz Azul, romance, 2009; Dez
Bons Conselhos de Meu Pai, infanto juvenil, 2011.
Frase
de João Ubaldo Ribeiro
“A vida devia ser duas; uma para ensaiar,
outra para viver a sério. Quando se aprende alguma coisa, está na hora de ir.”;
“Ah, como passam as coisas deste mundo, nada
do que se constrói é perene, nada do que se faz é bem lembrado além de seu
tempinho, nada fica como está, nunca se volta, nunca se volta.”;
“O segredo da Verdade é o seguinte: não
existem fatos, só existem histórias.”;
“Sou realista. Eu não creio mais no futuro da
humanidade como espécie. As evidências estão começando a se acumular. Furacão
no Brasil, ciclone, esse tempo que está fazendo, o
derretimento das calotas polares. A humanidade é uma espécie estúpida que se
mata desde as cavernas. Só que, agora, com técnicas mais eficientes. Não
acredito na sobrevivência da humanidade, por consequência, não acredito na
sobrevivência do Brasil.”;
"Jogar ovos, tomates e tortas na cara de
autoridades e pomposos variados é comportamento relativamente comum nas democracias
mais consolidadas, com exceção da americana, onde o pessoal prefere dar tiro
mesmo".
“Ah, Senhor, os dias correm vagarosos como caramujos, os anos não
perduram mais que uma fagulha, o passado não acaba nunca.”.
(Fontes: Wikipedia; eBiografia – Dilva Frazão; Site da Academia Brasileira de Letras; site Globo Memória; Wikiquote; Site Pensador; Revista Isto É)
"A violência considera-se sempre uma contraviolência, isto é, uma resposta à violência do Outro." - Jean-Paul Sartre - Crítica da razão dialética
Quanto
mais desorganizado um sistema; seja um ecossistema natural, uma empresa
industrial ou comercial ou uma sociedade de qualquer período histórico, por
exemplo, mais difícil torna-se obter dados e informações de
forma coerente e em numero suficiente para tirarmos certas conclusões a respeito deste sistema. Ou seja,
o sistema desorganizado não tem uma estrutura original, relativamente harmônica
ou estática; está sendo afetado por mudanças, que darão origem a desenvolvimentos
imprevisíveis para o observador. Por exemplo, se numa floresta tropical forem
feitas várias intervenções através da atividade humana – desmatamento,
introdução de espécies exóticas, aplicação de produtos químicos (como o “agente
laranja” aplicado nas florestas do Sudeste Asiático pelas tropas americanas na
Guerra do Vietnã), será muito difícil, se não impossível, prever a evolução
deste “sistema-ecossistema”. Como os organismos foram ou serão afetados em sua
alimentação, reprodução, sobrevivência? Se isto já é difícil em organismos
superiores, basta imaginar o grau de complexidade inerente a uma análise dos
efeitos nos trilhões de microrganismos – fungos, bactérias, insetos, vermes, vírus –
que habitam o interior do solo deste ecossistema. A natureza demandará tempo
para que o ecossistema volte a se recolocar em relativo equilíbrio,
adaptando-se às novas condições (organismos que desapareceram e outros que
puderam ocupar seus nichos).
Numa
empresa a situação é comparável, se bem que menos complexa. O empreendimento foi
estruturado de uma determinada maneira por planejadores, especialistas e
técnicos de várias áreas, dependendo da amplitude do espectro de suas atividades e
processos, para atingir determinados fins. Neste “sistema-empresa” cada
equipamento, pessoa ou departamento, está sujeita a procedimentos que devem ser
seguidos para manter a empresa em funcionamento, atingindo de uma maneira coesa
seus objetivos. Se as condições do ambiente externo ou interno à empresa
continuarem sendo as mesmas daquelas previstas pelos seus dirigentes, o “sistema-empresa”
continuará operando, produzindo, vendendo e trazendo lucro aos seus
proprietários. Todavia, se um fator adverso externo ou interno – como uma crise econômica, o aumento
do custo dos insumos, o surgimento de um forte concorrente, um desfalque na contabilidade, a quebra de um equipamento – alterar este equilíbrio, será difícil prever quais poderão
ser as consequências para a continuidade do empreendimento. Assim como um ecossistema,
a empresa demandará tempo e intervenção humana, para voltar à situação de
equilíbrio no novo ambiente e nas novas condições de operação. Dependendo da gravidade do ocorrido e da capacidade de resiliência, o empreendimento poderá desaparecer, como aconteceu, por exemplo, com a linha de câmeras fotográficas de filme da empresa Kodak.
Já
as sociedades, as civilizações, transformam-se ou desaparecem por inumeráveis fatores,
por vezes até desconhecidos para os historiadores. Ainda não existe uma
explicação definitiva, por exemplo, sobre o motivo da decadência e do
desaparecimento do império Maia na Mesoamérica, entre os séculos IX e XI de
nossa era. Muitas cidades da antiga Mesopotâmia desapareceram queimadas e
destruídas por saqueadores e dezenas delas ainda jazem desconhecidas, debaixo
das areias do deserto do Iraque. O império acádio, primeiro estado mesopotâmico
semita em 2.400 a. C., entrou em decadência por falta de água. Períodos
prolongados de seca fizeram com que sua população abandonasse a região. Eridu,
considerada a cidade mais antiga da história (5.500 a. C.), localizada na
confluência dos rios Tigris e Eufrates na foz do Golfo Persico, foi abandonada
definitivamente em cerca de 600 a. C. por falta de água. Outras cidades foram
destruídas pelo fogo e saque, tendo sido reconstruídas por diversas vezes, como
a lendária Tróia da Ilíada, cujas 10 camadas de ocupação foram descobertas no
século XIX. No Brasil, a própria nascente São Paulo de Piratininga foi vítima de um ataque dos indígenas das tribos dos guarulhos, guainás e carijós, em 1562, conseguindo sobreviver.
(Imagens: pinturas de Tammam Azzam)
Leia o artigo "Capitalismo improdutivo: um infortúnio que assola a economia brasileira" dos professores Arnaldo Nogueira e Ricardo Favoreto, publicado originalmente no Caderno CRH Vol. 32 e republicado no site Dowbor.org:
As melhores músicas do rock
Free
Album: Fire and Water (1970)
Música: O I wept
Free foi
uma banda de rock britânica formada em 1968 por Paul Kossoff (guitarra), Paul Rodgers (vocais), Simon Kirke (bateria) e Andy Fraser (baixo).
Seu som tem raízes fincadas
no mais puro blues/rock britânico típico
do final da década de 1960. Apesar de dois bons discos de
estreia, Tons of Sobs (1968) e Free, foi com o terceiro
álbum, Fire & Water (1970), que conseguiram o sucesso, emplacando várias canções
nas paradas britânicas. Nessa mesma época, fizeram uma apresentação marcante
no Festival da Ilha de Wight. A
superexposição levou o grupo à dissolução em 1971. Após algumas tentativas de
seguirem outros projetos, seus integrantes retornaram com a formação original e
lançaram o álbum Free at Last, para, logo em seguida, separarem-se
definitivamente em 1973. Existem várias compilações com shows e músicas do Free
lançadas após sua dissolução. Na época em que a banda acabou, eles já haviam
vendido cerca de 20 milhões de álbuns pelo mundo.
Com o fim da banda o
vocalista Paul Rodgers formou o Bad Company, tendo uma carreira de muito
sucesso. O venerado guitarrista Paul Kossoff morreu de um ataque cardíaco devido ao abuso de drogas,
em 1976.
Rodger eventualmente formaria outras bandas ("The Firm" e "The
Law"), juntando-se em 2004 aos remanescentes do Queen.
A Rolling Stone considerou
a banda como "pioneiros do hard rock britânico". A revista
classificou Paul Rodgers como nº 55 em sua lista de "100 maiores cantores
de todos os tempos", enquanto Paul Kossoff foi classificado como nº51 em
sua lista dos "100 maiores guitarristas de todos os tempos".
(Fonte do texto: Wikipedia)
Conheça mais sobre a vida e obra do artista no link
https://www.guiadasartes.com.br/miguel-rio-branco/obras-e-biografia
“Os caçadores-coletores conheciam os
segredos da natureza muito antes da Revolução Agrícola, já que sua
sobrevivência dependia de um conhecimento íntimo dos animais e das plantas que
coletavam. Em vez de prenunciar uma nova era de vida tranquila, a Revolução
Agrícola proporcionou aos agricultores uma vida em geral mais difícil e menos
gratificante dos caçadores-coletores. Estes passavam o tempo com atividades
mais variadas e estimulantes e estavam menos expostos à ameaça de fome e
doença. A Revolução Agrícola certamente aumentou o total de alimentos à
disposição da humanidade, mas os alimentos extras não se traduziram em uma
dieta melhor ou mais lazer.” (Harari, pág. 89)
Yuval
Noah Harari, Uma breve
história da humanidade:
José de Jesus Louzeiro nasceu em São Luís, em 19 de
setembro de 1932 e faleceu no Rio de Janeiro em 29 de dezembro de 2017. Foi um escritor, jornalista,
roteirista e autor de
telenovela brasileiro.
Iniciou
sua carreira como estagiário em revisão gráfica no jornal “O Imparcial” em
1948 aos dezesseis anos de idade. Em 1953, se transfere para o Rio de Janeiro, onde foi trabalhar no
semanário “A Revista da Semana” e no grupo dos “Diários Associados”. Lá atua como "foca"
em “O Jornal”. Também escreveu para os jornais “Diário
Carioca”, “Última Hora”, “Correio da Manhã”, “Folha e Diário do Grande ABC” e nas
revistas “Manchete” e “Diário
Carioca”.
Por
mais de vinte anos atuou também como repórter policial.
Na literatura,
estreou com o conto Depois da Luta,
em 1958. No cinema,
escreveu os diálogos do filme: Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia,
baseado no romance de sua autoria lançado em 1976 pela editora Civilização
Brasileira. Escreveu outros livros sobre casos policiais famosos como o Caso Araceli e
o assassinato de Cláudia Lessin Rodrigues. O romance
reportagem Aracelli, meu amor,
foi censurado durante a ditadura militar a pedido dos advogados dos acusados. Em Carne Viva (1988) traz
personagens e situações que lembram as mortes de Zuzu Angel e
seu filho, Stuart. Entre os infanto-juvenis: A gang do beijo, Praça das dores (um ‘remember’ dos
meninos assassinados na Candelária, em 1993), A hora do morcego e Gugu
Mania. Em 1997 lança a biografia de Elza Soares, Cantando para não enlouquecer. Logo depois publica O anjo da fidelidade, um estudo da
trajetória de Gregório Fortunato, o guarda-costas de Getúlio Vargas.
Em
1968, auge do período ditatorial, ele estava na linha de frente, atuando para
unir os escritores em torno de uma causa comum, tornando-se o maior responsável
pela existência do Sindicato dos Escritores, como entidade autônoma e
independente.
Seus
livros são, na maioria, contos biográficos, narrados como romance-reportagem,
chegando perto de quarenta publicações. A ele se atribui a introdução no Brasil
do gênero literário romance-reportagem, que no exterior tivera como
representante Truman Capote, que escreveu A Sangue Frio.
Assinou
também o roteiro de dez filmes, sendo quatro deles já populares como Pixote, a Lei do Mais Fraco, Os Amores da Pantera de Jece Valadão, O Homem da Capa Preta e Amor Bandido,
com Paulo Gracindo. José Louzeiro também escreveu telenovelas como Corpo Santo e Guerra sem
Fim, na extinta Rede Manchete.
Sua telenovela O Marajá,
uma comédia baseada no governo de Fernando Collor de Melo, foi proibida de
ir ao ar, numa época em que não havia mais censura no
Brasil. Depois desse episódio, o autor começou a enfrentar dificuldades para
realizar novos projetos na televisão.
Louzeiro
faleceu aos 85 anos de causas não reveladas, mas consequentes de doenças que se
agravaram em função de diabetes.
Livros
de José Louzeiro
Depois da luta (1958); Assim marcha a
família (participação em obra coletiva) (1965); André Rebouças (biografia)
1968; Judas arrependido (1968); Acusado de homicídio (1968); Lúcio Flávio, o
passageiro da agonia (1975); Aracelli, meu amor (1976); Infância dos mortos – Pixote
(1977); Amores da pantera (1977); O estranho hábito de viver (1978); Parceiros
da aventura: o filme do brasileiro oprimido (1979); 20º Axioma (1980); Filho do
amor (1980); Sociedade secreta (1981); O estrangulador da Lapa: o homem que não
podia amar (1981); M-20: a morte do líder ou M-20: As Aventuras do audaz perito
Jesuino Conde e do seu intempestivo auxiliar Manga Rosa (1981); O verão dos
perseguidos (1983); A gang do beijo (1984); O bezerro de ouro (1986); Devotos
do ódio (1987); Em carne viva (1988); Ritinha temporal: um amor de menina que a
cidade temia (1991); Praça das dores (1994); Beija-flor o amigo especial
(1995); Pink: viagem ao submundo mágico (1995); JK: o otimismo em pessoa
(1996); Gugu mania (1996); Villa Lobos: o aprendiz de feiticeiro (1997); Elza
Soares: cantando para não enlouquecer (biografia) (1997); Mito em chamas: A
lenda do justiceiro Mão Branca (1998); A hora H do padre G (1998); Detetive
fora de série (1998); A hora do morcego: Ritinha temporal (1999): Urca: o
bairro sonhado (2000); Isto não deu no jornal (2001); A fina flor da sedução
(2001); O anjo da fidelidade: A história sincera de Gregório Fortunato (2001); Ana
Néry: a brasileira que venceu a guerra (biografia) (2002); Diabetes: inimigo
oculto (2007); Luzes da consagração (2008); Vestido de noivo (sobre Nelson
Rodrigues) (2010).
Frases
de José Louzeiro
“A esquerda brasileira é burra, não faz
alianças. A direita é esperta, se alia e vence as eleições.”;
“E não estudava, nem lia. Os únicos livros
que havia lá em casa eram a Bíblia e os almanaques que distribuíam para vender
remédio. Esses, a minha avó Dorotéia guardava. Até que um dia meu pai chegou
para mim e disse: “Você é um vagabundo, não estuda, não faz nada. O que é
preciso para você estudar?”“;
“Eu devia ter uns 12 anos, 13 anos, por aí.
Os colegas de rua ficaram pensando que eu havia sumido. Comecei a adquirir
livros, alguns amigos do meu pai me davam, e comecei a ler. Queria ser alguém,
foi interessante. De uma hora pra outra.”;
“Ele cortava aquelas tábuas de cedro, fazia
as lousas para as crianças. Aos poucos, as pessoas passaram a chamá-lo de
“louzeiro”. Então ele trocou o nome de Loureiro para Louzeiro. E hoje eu tenho
essa origem que vem de alguma coisa que escrevia, não é?;
“Baixou um santo, e até hoje sou um leitor
fanático. Não tem televisão, não tem nada que dê jeito. Eu vejo televisão, mas
o meu negócio são livros.”;
“Agora a filosofia é a seguinte: amealhar e
amealhar, enquanto o povo morre de fome. Mas a violência é desencadeada pelos
excluídos, e muitos ricos com seus carros importados já não podem sair de casa.
Senhoras milionárias usando jóias, nem pensar. Os condomínios sofisticados
neste país inteiro são guardados pelos excluídos. Tomara que eles tão cedo não resolvam
vingar-se dos seus exploradores.”.
(Fontes: Wikipedia; Tiro de letra; Página do escritor e roteirista José Louzeiro; site O Explorador; site Estranho Encontro (entrevista); site Pensador)
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Leia o artigo sobre desenvolvimento e meio ambiente em 2023 no link do WRI Brasil abaixo:
As melhores músicas do rock
Ave Sangria
Album: Ave Sangria (1974)
Música: Vendavais
Ave Sangria é um conjunto musical brasileiro de rock psicodélico, um dos principais expoentes da cena musical psicodélica pernambucana dos anos 1970, junto com Alceu Valença, Flaviola e O Bando do Sol, Lula Côrtes, Marconi Notaro e Lailson.
(Fonte do texto: Wikipedia)
“A
realidade óbvia é que as sociedades humanas evoluem ao longo do tempo. Os dois
componentes básicos da evolução biológica – variação e seleção – também se
aplicam às sociedades humanas. Mesmo que evitemos escrupulosamente julgamentos
de valor a respeito de civilizações posteriores ‘mais elevadas’ que as
anteriores, elas se tornam claramente mais complexas, mais ricas e mais
poderosas. Aquelas que conseguem se adaptar costumam superar as que não o
fazem, assim como organismos individuais. Nosso uso continuado de expressões
como ‘desenvolvimento’ (como em ‘países em desenvolvimento’, ou ‘Agência para o
Desenvolvimento Internacional dos EUA’) é um testemunho da visão generalizada
de que os países ricos hoje são fruto de uma evolução anterior de formas
socioeconômicas e de que os países pobres, se pudessem, participariam deste
progresso.” (Fukuyama, págs. 69-70).
Francis Fukuyama, As origens da ordem política – Dos tempos pré-humanos até a Revolução
Francesa