“Em
face dos danos causados pelos automóveis à saúde humana, assim como à
mobilidade geral – embora o automóvel particular tenha contribuído, durante
décadas, para a mobilidade individual, e ainda possa servir a esse fim desde
que a forma e usá-lo seja profundamente transformada – já se tornou consensual
que eles reduzem a mobilidade geral. Assim, não é demais imaginar que esses
objetos serão severamente restringidos.”
Eduardo Fernandez Silva, economista com especialização em desenvolvimento urbano, professor universitário em Meio Ambiente & Mobilidade Urbana


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