(...)
nada pode ser mais perigoso que supor que a sustentabilidade exija a
durabilidade das organizações, e particularmente das empresas, como muitos
parecem acreditar, pois pode ocorrer exatamente o inverso. A sustentabilidade
sistêmica da sociedade pode depender justamente da intensificação do processo econômico
de destruição criativa. Como nos ecossistemas, o que está em risco é sua
resiliência , e não a durabilidade específica de seus indivíduos, ou mesmo de
suas espécies.” (Veiga, pág. 23)
José Eli da Veiga (1948-), economista, agrônomo e professor aposentado da FEA/USP em Economia Socioambiental


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